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Postado por Informativo: , quinta-feira, 13 de maio de 2010 04:15
Sejam vindos ao nosso Blog!
Não deixem de consultar os artigos postados no mês de Abril/10.
Abraço a todos,
Equipe Interação.
Planejamento Estratégico Digital

Sejam vindos ao nosso Blog!
Não deixem de consultar os artigos postados no mês de Abril/10.
Abraço a todos,
Equipe Interação.
Por: Rodolpho Weishaupt Ruiz, doutorando em Comunicação Empresarial. Professor na UMESP - Universidade Metodista de São Paulo, na ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing e na UMC - Universidade Mogi das Cruzes. Especialista em reestruturação empresarial e atua como consultor em estratégia. No momento, exerce as funções de assessor de planejamento e desenvolvimento institucional no IMS - Instituto Metodista de Ensino Superior.
A área de comunicação vem assumindo ao longo dos tempos uma importância cada vez maior na formulação de estratégias que promovem a inserção de qualquer objetivo na realidade do dia a dia de seus executores. Dentre os desafios para a realização de um Planejamento Estratégico nas organizações, o que mais se destaca, é o processo comunicacional.
Dentro desse aspecto é necessário entender que a comunicação com um todo passa a ser um fator estratégico no cumprimento das ações a serem realizadas pelos funcionários.
Entendemos a comunicação como um fio condutor onde poder, planejamento, estratégias e táticas, processos organizacionais e seus ativos, linhas de comando, identidade e imagem se cristalizam nas ações de desdobramento que surgiram quando da formulação inicial do planejamento.
Os modelos de comunicação atualmente utilizados pelas organizações são determinados pelos agentes internos e externos que se influenciam as empresas.
Entendem-se como agentes internos os processos, as pessoas e sua interação com todas as atividades que precisam realizar. Logo, há de se ter uma clareza das ações e seus objetivos a fim de se tornarem uma coisa só e toda a estrutura passa a andar em conjunto. Para que isso ocorra à comunicação interna tem que fluir naturalmente, sem barreira ou ruídos deixando claro para as pessoas seus papeis, responsabilidade e funções. Essas pessoas, por sua vez, tem que entender o seu papel dentro dos processos administrativos-operacionais, para que possam obter resultados mais satisfatórios de desempenho.
A base para um programa de comunicação eficiente está, na definição clara de princípios e valores, de papeis e responsabilidades, de limites de alçada e de autoridade, bem como num pleno conhecimento da cultura interna da organização.
Os agentes externos podem ser entendidos como as relações pessoais e empresarias com fornecedores, parceiros e clientes. A forma de entendê-los, ouvi-los e interpretar essas informações é que vão determinar a forma de agir diante das situações. É necessário conhecer a cultura do segmento de mercado em que a empresa está inserida. Porém, o leque de agentes externos é muito mais amplo: tem-se ONG's, governos, agentes de fomento etc., que também se relacionam com as organizações.
Dentro desse cenário é que se situa a importância do planejamento em todas as formas de comunicação das organizações - gerencial, técnico-administrativa e social (externa e interna). E os grandes pilares dentro das organizações que podem ajudar a entender todo esse processo são as diretorias de comunicação e marketing e assessorias de imprensa. Cada uma deve desempenhar o seu papel entendendo a comunicação como uma ferramenta de inteligência competitiva, sendo esse processo comunicacional como um fator chave de sucesso para que todas as ações a serem desmembradas do Planejamento Estratégico venham a acontecer em seus níveis tático e operacional.
Diante disso a área de comunicação e marketing deve se estruturar a partir de um conjunto de meios, formas recursos e ações de pesquisa, comunicação, articulação e mobilização permanentes a fim de garantir que todas as informações relevantes sejam percebidas por todos os envolvidos, sendo que muitas vezes esse papel consultivo precisa ser aplicado junto à área de Recursos Humanos.
Diante de situações de crise seja interna a organização ou que explore para a sociedade, há necessidade de se ter a informação clara e objetiva para que o pessoal da assessoria de imprensa possa realizar o seu papel.
Com isso entende-se que as organizações vem percebendo que são, na verdade, sistemas abertos e que só funcionando como tal podem atingir seu potencial máximo de realização de valor.
E dentro desse contexto uma das principais características dos sistemas abertos é sua capacidade de trocar informações, servindo para recolher informações a fim de serem analisadas e aproveitadas da melhor forma. Essas informações devem fluir com rapidez, clareza e freqüência necessárias para que todos os envolvidos, em todas as partes que compõe a estrutura da empresa, possam ter acesso aos dados necessários para planejar e executar um trabalho em harmonia com a Missão da organização. Assim sendo, dentro do Planejamento Estratégico, os objetivos estratégicos e suas formulações passam a ser compartilhados e a existir real comprometimento das pessoas, gerando não somente sentido de pertença, mas um crescimento na auto-estima. O processo comunicacional temque ser visto como vital para o crescimento, funcionamento e projeção da organização ao futuro. O desempenho das pessoas é acompanhado, com base em objetivos e padrões consensados e os ajustes necessários de correção de rumo são feitos de forma natural.
Todo esse processo comunicacional que faz fluir as informações quer para os agentes internos quer para os agentes externos, tem que garantir que a Missão, Visão e Valores da organização estejam sendo entendidos em sua plenitude, favorecendo que a visão sistêmica, o foco nas tarefas e maior produtividade nas ações sejam garantidas.
Fonte: http://www.comtexto.com.br/2convicomteoriacomempreRodolphoRuiz.htm
"A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar"
Embora o termo planejamento estratégico não seja novo, surgem muitas interrogações quando é levado para o segmento jurídico. Logo se pensa em estratégias empresariais, algo distante do mundo da advocacia. Isso não ocorre apenas em escritórios de menor porte ou de estrutura familiar, pois mesmo os grandes enfrentam ou já enfrentaram a dificuldade de associar seu negócio a uma empresa. Mesmo quando já funcionam como tal. O preconceito existe, mas as barreiras estão caindo por uma simples razão: é mudar ou perecer.
A gestão estrategicamente planejada - o pensamento e comportamento racional na advocacia - torna real a profissionalização das estruturas. Dessa forma, cresce a eficiência nos serviços prestados em todas as atividades desempenhadas, importante tanto para pequenos escritórios quanto para os demais. Este trabalho deve ocorrer em todo o contexto da banca.
Não se deve entregar a extensas e intermináveis reflexões, nem se precipitar em mudanças radicais de formas de trabalho. Ou mesmo resumir - se ao estabelecimento de setores e regências. É preciso dispor - se a um trabalho em que haja tanto uma análise quanto a incorporação prática e revisão constante. Como cada escritório e situação são únicos, não basta escolher um manual prático, porque a estrátégia específica não está lá fora. Ela só será possivél ao atentar também para o interior da banca e sua cultura.
Não basta ter uma imagem brilhante do que se deseja alçançar sem olhar para o passado e o presente do escritório. Só assim pode - se projetar um futuro mais sólido.
VISÃO ABRANGENTE
É importante esclarecer que o planejamento estratégico não é uma medida com princípio, meio e fim, a ser usada apenas para " passar o escritório a limpo". Não se trata de um plano limitado em um momento específico. Sua abrângencia é bem maior, uma vez que incorpora uma condução consciente ao escritório, passando a fazer parte da rotina do mesmo, pois sua imagem, caráter, objetivo, decisões, políticas, estruturas e equipe farão parte da formulação estratégica.
Esse tipo de estratégia abrange o processo como em todo. É fundamental que todo o escritório e os envolvidos com seu funcionamento sejam considerados para que a análise da situação atual seja algo real, assim como a elaboração e implementação do planejamento. Isso acontece logo após o reconhecimento das necessidades.
Trabalha - se, então, com o que o escritório já possui, ou seja, o "quem sou", com a análise do histórico de seu segmento, o porquê, a partir de quem e como veio a funcionar. É preciso indentificar o que foi previsto e realizado até então. O planejamento, no entanto, não garante que a nova política de gerenciamento seja idêntica à pretendida, mas cuida para que durante o percurso diário, o escritório não se desvie do foco principal, entendendo que algumas metas não realizadas darão lugar a outras emergentes, o que é normal e sadio para o funcionamento de uma organização.
Ao fazer esta trabalho, é interessante que seja promovida a divisão das gestões existentes, de modo a facilitar a visualização da forma como cada um está relacionada, assim como identificar as diversas tarefa realizada pela área administrativa e técnica. Ao estudar a gestão geral do escritório, que corresponde ao formato do mesmo, é imprescindivel a atenção especial dos sócios ou "donos".
A partir daí, todas as atividades encontram uma base que precisa ser sólida e clara para todos. É neste momento que analisamos a missão, a visão, os princípios e os valores que, caso não estejam bem definidos, deverão ser pensados e colocados em vista. Se não se sabe o motivo da existencia de um escritório ou onde ele pretende chegar, ou ainda, em quais princípios e valores ele deve respaldar - se, não há como criar estratégias de ação, planos e metas setoriais. O planejamento possibilita que administrativo, financeiro, pessoal, produção, tecnologica e infra - estrutura atuem para um fim comum, com outros objetivos específicos.
" Muitas vezes, o escritório abre uma filial em uma situação que pede desinvestimento para sobreviver quando, antes disto, poderia ofertar nosso serviços e os produtos jurídicos para sua base de clientes, de forma a aumentar a retabilidade da operação".
PLANOS DE EXPANSÂO
Em seguida, serão analizadas as formas de crescer, que podem estar relacionadas com a busca de novos mercados, abertura de uma filial, desenvolvimento de um novo serviço ou criação de uma nova área. As tentativas mal sucedidas analisadas no histórico servem como alerta e não como fator de desânimo, porque a empresa reconhecerá algo em que insista desnecessariamente e descobrirá fatores de desenvolvimento que até então não enxergava. Se o escritório não tem idéia de sua missão e visão, provavelmente terá que rever também seus planos de expansão.
Muitas vezes, o escritório abre uma filial em situação que pede um desinvestimento para sobreviver, quando, antes disto, poderia ofertar novos serviços e produtos juridicos para sua base de clientes, de forma a aumentar a rentabilidade da operação. Será necessario, ainda, o reconhecimento dos pontos fortes e fracos dentro do ambiente interno, assim como a identificação de oportunidades e ameaças no ambiente externo ao escritório. Dessa forma, identifica -se os fatores críticos de sucesso e o diferencial competitivo.
O caminho torna -se mais claro após a análise destes fatores internos e externos, apontando -se, naquele momento, o escritório precisa primeiro se fortalecer, já pode crescer, investir ou mesmo desinvestir. Reuniões, palestras, programas de qualidade e dinâmicas são ferramentas e ficazes na elaboração de implementação de estratégias, mas precisam ser objetivas e programadas. Quando o escritório se desmembra., essas ações garantirão sua permanência ou uma nova forma de trabalhá - lo.
"Os profissionais que trabalham no escritório devem ser analisados pelo capital intelectual, ou seja, como um ponto forte para o desenvolvimento, ou como um ponto fraco, no caso de escritórios que mantêm uma grande equipe com obejtivos dispersos."
CAPÍTAL INTELECTUAL
O envolvimento de todos é fundamental desde o ínicio do planejamento para que os objetivos sejam alcançados. Dessa forma, os profissionais que trabalham no escritório precisam ser analisados pelo capital intelectual, ou seja, como um ponto forte para o desenvolvimento, ou, por outro lado, como um ponto fraco, no caso de escritórios que mantêm uma grande equipe com objetivos contrários.
Na implementação da estratégia, várias atividades devem funcionarcomo alguma interdependência. Todas de acordo com o objetivo principal da empresa. A comunicação interna precisa estar preparada para tanto, pois influenciará no desempenho das atividades relacionadas à estratégia planejada. Eis a importância do envolvimento coletivo e do planejamento: garantir um curso orientado e conhecido por todos.
PLANO "B"
As metas que surgem em decorrência da estratégia escolhida abrangem todas as gestões do escritório, e o planejamento precisa ter sido feito conforme cada uma dessas gestões. Já o bom desempenho de uma gestão afeta todas as outras, assim como o caminho inverso reflete sempre no objetivo final do escritório. Será importante também, ao considerar a missão e políticas do escritório juntamente com as pessoas envolvidas, elaborar atividades alternativas na implementação das estratégias, já que o ambiente está em constante mudança e decisões planejadas poderão surtir efeitos diferentes do esperado.
O planejamento prevê sempre a estratégia "B"
Concluímos que a estratégia não pode ser um plano intocável, que não demanda flexibilidade. O escritório precisa trabalhar a mentalidade estratégica das pessoas que ali trabalham, e, se necessário, fazer alterações caso sejam verificadas posturas que insistem em chocar com o padrão da empresa, neste momento já em harmonia com seus princípios formadores.
Sem líderes que auxiliem e implementem o planejamento estratégico, a operação pode sair prejudicada. É preciso criar uma nova demanda de flexibilidade, pois assim os sócios não serão os únicos a participar da elaboração de estratégia, tendo suas atividades revistas e programadas. Também precisarão contar com uma equipe de líderes. Estes podem ser descobertos entre as pessoas do escritórios e que irão colaborar decisivamente para a realização das atividades.
Uma constante supervisão do que foi implementado, com análise dos resultados previstos e obtidos, deve orientar na elaboração de novas estratégias. Ao mesmo tempo, é preciso conservar o padrão de um escritório que sabe porque existe e procura crescer a partir do que se possui, de modo a otimizar recursos e estudar possibilidades, reinventar a advocacia e inovar nas pequenas práticas diárias, sem perder de vista seus princípios e valores.
Texto confeccionado por: John L. Beckley.
Fonte: http://www.sitecontabil.com.br/Dicas_marketing/textomotivacao05.html
Noções sobre planejamento estratégico para gestão de Escritórios de Advocacia
Fonte: Sabrina Rodrigues
Muitos escritórios, por falta de estudo e planejamento adequado acabam falindo pouco tempo depois de inaugurados. Por isso, este curso traz noções gerais de como deve ser feito o planejamento e gestão eficaz de um escritório de advocacia, com regras simples que funcionam tanto para aqueles escritórios de pequeno porte até às grandes empresas de advogados.
Maiores informações, acesso o link:
http://www.jurisway.org.br/v2/curso_estrutura.asp?id_curso=715
Se antes as empresas pouco se importavam com seus planejamentos, hoje passou a ser atividade que começa antes mesmo da implantação da empresa.
Observar cenário de forma holística reconhecer os pontos fortes, fracos e as oportunidades é fundamental, assim como os desejos dos consumidores que dará suporte para seu empreendimento.
No passado a ênfase era na produção, pouca qualidade e mão de obra sem qualificação, isso representava o cenário da época com consumidores tendo que engolir a falta de oferta.
Mas o desenvolvimento da economia fez com que os mercados se abrissem e com isso as empresas tiveram que busca novas fronteiras para suplantar seus negócios.
O mundo cada vez mais antenado, o conceito de meio ambiente veio com toda força para garantir qualidade de vida, já que a maioria das empresas poluíam e muito com seu enormes bueiros e seu combustível a base de madeira.
Hoje na elaboração do planejamento estratégico não se pode destacar as finanças, o mercado, o produto, o cliente, os funcionários e o meio ambiente.
Ser estratégico está na moda para melhorar e não apenas sua empresa, mas também por quer não dizer a sua vida.
Fonte: Redação
Analisar a empresa fazendo uma profunda observação de sua vida, seja dentro da organização e no meio externo, é o método que o planejamento estratégico pode utilizar para traçar metas para o alcance dos objetivos.
O planejamento estratégico centrados nas pessoas traz benefícios que permitem traçar o melhor caminho a ser seguido pela empresa, tudo isso seguido da participação de todos na organização para melhor compreensão das estratégias e ações a serem seguidas.
Importância dos benefícios.
Analisar o ambiente externo e interno, pontos fortes e fracos da empresa;
Criar estratégias e metas para a empresa;
Motivar a identidade organizacional;
Envolver a equipe com os objetivos organizacional.
Nesse contexto podemos usar o diagnóstico organizacional que é um processo de avaliação de um todo da empresa para obter informações que ajudem a melhorar o desempenho organizacional.
O diagnóstico organizacional traz benefícios que servem de base para tomada de decisão.
A pesquisa de clima organizacional também é ferramenta de fundamental importância para identificar o comportamento organizacional, do ponto de vista do trabalhador, do fornecedor e dos clientes. Seus benefícios são:
Melhoria do ambiente de trabalho
Obtenção de entrosamento entre lideres e liderados;
Dar treinamento a colaboradores para melhorar seu desempenho.
Criar redes de comunicação que ajudem os setores a se interarem sobre os objetivos organizacionais.
Também de suma importância o recrutamento analisar o perfil, realizar entrevistas e provas, buscando um candidato que se adéqüe a função disponível, por outro lado a organização definirá especificamente o cargo a ser ocupado, também se deve facilitar a comunicação disponibilizando as ofertas de emprego no site da empresa, nos jornais e rádios.
O complemento da boa gestão de RH vem através do plano de cargos e salários que define cada remuneração em vista do cargo. Dessa forma é possível ajustar a estratégia organizacional.
Fonte: Redação
HÁ muito tempo que se busca a perfeição nas organizações por parte de seus administradores, para que tudo dê certo é preciso criar o planejamento, mas poderia dar certo ou errado!
Como no passado não se importava o produto e sim o preço, o que se mais via nas empresas era muita produção e pouca qualidade, bastava uma crise e tudo era abarrotado de mercadorias, foi então que surgiu o planejamento estratégico.
O planejamento estratégico surge como ferramenta que irá analisar a empresa de maneira interna e externa, apontando soluções e traçando metas para organização.
Mas o que poderia ser considerado desvantagem do planejamento estratégico?
Alguns administradores se recusam a planejar para 4,5 anos, pois não acreditam que suas empresas ainda estejam vivas até lá, outra desvantagem são as políticas governamentais não criam regulamentos para melhor identificação de ações no mercado financeiro.
O fato é que o planejamento estratégico tem papel fundamental e com ele sabemos que bem feito só trará orgulho e sucesso a nossas Organizações.
Fonte: Redação
O portal da educação oferece curso on line, disponibilizando conteúdos, videoconferência, exercícios para facilitar sua integração ao mercado de trabalho.
O objetivo é dar suporte para desenvolver seu planejamento estratégico desde a analise da situação atual a definição das estratégias seguindo as pessoas de sua implementação e monitorando seus objetivos,
As vantagens é que pode ser acessado conforme sua disponibilidade, não exigindo um ritmo ficando a seu critério e fornece certificado aos aprovados.
Você pode obter mais informações pelo portal da educação, endereço: www.portaleducacao.com.br
Fonte: Redação
Quando crianças pensamos em ter um futuro brilhante, porém se fizéssemos um planejamento financeiro conseguimos bons resultados .
Planejamento financeiro é o processo de administrar suas contas a receber (salário) X contas a pagar, tendo um objetivo a alcançar ex: casa, carro, estudos e etc.
Em todos os aspectos o planejamento financeiro é importante e pode ajudar nas condições de vida de seu usuário, que faz não se arrepende, pois nos momentos mais contundentes, quem usa estar preparado para enfrentá-lo com sucesso.
O governo pretende adotar o ensino do planejamento no ensino médio, o que levará os estudantes a descobrirem quanto se paga de juros no que eles consomem por exemplo.
Dessa forma todos poderão saber fazer seu plano financeiro e assim conseguir realizar seus sonhos co comodidade e segurança.
Fonte: A Redação
Plano de Ação é acima de tudo um conceito muito simples é viável tendo reflexão e principalmente comunicação eficiente e visual com outras pessoas envolvidas. Na obtenção de um planejamento estratégico se faz necessário o uso do Plano de Ação, para resolver impasses, situações difíceis ou conseguir idéias inovadas através de utilização de ferramentas. Com a montagem do plano de ação é possível de terminar uma estratégia para o alcance de situação ou uma performace desejada.
5W2H é basicamente uma ferramenta para execução e controle de tarefas onde são atribuídas as responsabilidades e determinado como o trabalho deverá ser realizado, assim como o departamento, motivo e prazo para conclusão com os custos envolvidos.Veja abaixo a descrição do 5W2H e como deve ser trabalhado: (Recebeu esse nome devido à primeira letra das palavras em inglês)
• 1 – What (o que será feito),
• 2 – Who (quem fará),
• 3 – When (quando será feito),
• 4 – Where (onde será feito),
• 5 – Why (por que será feito)
• 1 – How (como será feito)
• 2 – How Much (quanto custará)
COMO E POR QUE FAZER UM PLANO DE AÇÃO
Como:
1-começa com a montagem de um plano para a solução de determinado problema ou meta que se deseja alcançar. O planejamento estratégico inicia-se com o levantamento de dados.
2-Planilha com 5W2H serve para facilitar na elaboração do Plano de Ação.
3-Outra ferramenta bastante utilizada no auxílio na elaboração do plano de ação é Diagrama de Ishikawa (Espinha de Peixe)
O QUE É:
O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como "Diagrama de Causa e Efeito" ou "Espinha-de-peixe", é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração para o Gerenciamento e o Controle da Qualidade (CQ) em processos diversos de manipulação das fórmulas. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes.
OBJETIVO/ FINALIDADE:
Organizar as idéias, normalmente surgidas em uma sessão de Brainstorming,
que por sua vez o Brainstorming possui inúmeras definições, mas o mais comum é definí-lo como o caminho para gerar idéias relacionadas a um tópico específico, normalmente, Brainstorming envolve um grupo de pessoas gerando um apanhado de idéias em um curto período de tempo. Assim o diagrama Ishikawa serve para facilitar a análise e seleção das melhores sugestões, assim como registrar todos os fatores influentes no assunto.
Este diagrama também é conhecido como 6M pois, em sua estrutura, todos os tipos de problemas podem ser classificados como sendo de seis tipos diferentes:
Método
Matéria-prima
Mão-de-obra
Máquinas
Medição
Meio ambiente
Este sistema permite estruturar hierarquicamente as causas potenciais de determinado problema ou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade dos produtos. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta de forma gráfica e sintética(melhor visualização).
Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial nos anos 60.
Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial.
Um diagrama de causa e efeito bem detalhado tomará a forma de um a espinha de peixe e daí o nome alternativo de diagrama espinha de peixe. A partir de uma definida lista de possíveis causas, as mais prováveis são identificadas e selecionadas para uma melhor análise, Quando examinar cada causa, observe fatos que mudaram, como por exemplo, desvios de norma ou dos padrões. Lembre-se de eliminar a causa e não o sintoma do problema. Investigue a causa e seus contribuídores tão fundo quando possível.
O efeito, ou problema é fixo no lado direito do desenho e as influências ou causas maiores são listadas de lado esquerdo.
O QUE É GRÁFICO DE PARETO?
A Lei de Pareto (também conhecido como princípio 80-20), afirma que para muitos fenômenos, 80% das conseqüências advém de 20% das causas. A lei foi sugerida por Joseph M. Juran, que deu o nome em honra ao economista italiano Vilfredo Pareto.O gráfico de Pareto é uma forma especial de gráfico de barras que tem a seguinte aparência:
O evento que ocorre com maior freqüência é representado na extrema esquerda e o demais representado em forma decrescente para a direita.
É usual colocar a “freqüência” no eixo vertical esquerdo e a ”freqüência acumulada relativa” no eixo vertical direito. Com base nesta, desenha-se uma curva cumulativa de porcentagem, a partir da barra maior. A visualização dessa curva permite concluir, com maior facilidade, sobre quais são as causas (dispostas barra a barra) que correspondem aos “poucos vitais”.
Para que serve o Gráfico de Pareto?
O gráfico de Pareto deve ser utilizado sempre que temos que estabelecer prioridades a partir de um número variado de informações e dados.
Ajuda a dirigir nossa atenção e esforços para problemas verdadeiramente importantes, aumentando nossas chances de obtenção de bons resultados.
Assim, considerando o processo de melhoria da qualidade, o gráfico de Pareto é utilizado nas seguintes situações:
• Na seleção de problemas que serão como projetos de melhoria de qualidade;
• Na identificação do problema, que é o primeiro passo do MASP;
• Na identificação das causas fundamentais de problema;
• Na comparação entre o antes e o depois de uma ação corretiva.
Etapas para a construção do Gráfico de Pareto
Vamos construir juntos um gráfico de Pareto e isso, trabalharemos com o exemplo do futebol, já usado anteriormente. A cada etapa de construção do gráfico, vamos inserindo os dados sobre as “causas da não realização de um gol” de forma a identificarmos as principais entre elas.
Selecionar a unidade de medida e os tipos de eventos a serem observados.
No nosso exemplo, usamos como padrão de comparação à freqüência dos fatos que podem ser considerados como causas da não-realização do gol.
Quanto aos eventos, observamos: passe errado, chute a gol errado, falta sofrida, impedimento, erro do juiz, queda do jogador e defesa do goleiro.
Selecionar um período de tempo para conduzir a observação.
No nosso caso, observarmos três jogos, durante 90 minutos.
Coletar os dados necessários sobre cada evento.
Quando fomos ao campo, observamos o seguinte: 6 impedimentos, 10 faltas sofridas,
52 passes errados, 26 chutes errados a gol, 2 erros do juiz, 1 queda do jogador, 1 defesa do goleiro.
Colocar os dados em ordem decrescente e somá-los.
No nosso exemplo, os dados ficam da seguinte forma:
Desenhar os eixos do gráfico, registrando no vertical as unidades de medida em questão. Estas devem variar de zero até um ponto igual ou ligeiramente superior ao total geral obtido. Veja como fica o nosso exemplo:
No eixo horizontal, listar os eventos da esquerda para a direita em ordem decrescente da freqüência. Os itens de menor importância podem ser combinados na categoria “outros”, que é colocada no extremo direito do eixo.
Desenhar um retângulo (cuja altura representada a sua freqüência) acima de cada tipo de evento. Vejamos como fazer em nosso exemplo:
Desenhar e identificar o eixo vertical direito como “freqüência acumulada relativa”. As unidades devem variar de zero a 100%, este se alinhando como o total geral do eixo esquerdo. Deve-se, então, calcular a “freqüência acumulada” e a “freqüência acumulada relativa”. Vejamos:
Voltamos ao gráfico, a partir do vértice superior direito da maior barra e da esquerda para a direita, ascendendo, adicione a linha de porcentagem acumulada dos tipos de eventos. Veja como fica o nosso exemplo:
O objetivo da análise de Pareto é separar os “poucos vitais” e os “muitos úteis”. A maneira mais fácil de fazer isso é localizar o que é chamado de “ponto de “equilíbrio”na inclinação da curva e representa o limite entre os “poucos vitais” e os “muitos úteis”.
Dessa forma, a interpretação desse gráfico consiste no seguinte: existem cinco eventos ou causas da não realização de um gol. Mas o “passe errado” e o “chute errado a gol” são responsáveis por 80% dos gols não realizados.
Devemos trabalhar sobre estes dois itens (poucos vitais) porque representam o maior ganho potencial para os nossos esforços.
Fonte: www.wiltonjr.com/mc/files/ferramentas
A parceria entre contabilidade e planejamento estratégico é fundamental para a maximização dos lucros empresariais, as informações fornecidas pelo setor contábil têm grande importância para o controle da organização, através de sistemas de informações que possibilitam interpretar situações patrimoniais, financeiras e econômicas fornecendo dados precisos para a tomada de decisão por partes de seus gestores.
Diante de um mercado cada vez mais competitivo a contabilidade tem um papel de comunicação importante utilizando a analise de swot( forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), um bom sistema de informação evitara surpresas desagradáveis no futuro.
O sistema de informação surgiu para facilitar a comunicação entre os setores da empresa de forma holística, a contabilidade transforma as informações não apenas em balanços patrimoniais, e demonstração de resultados, mais contabilizando resultados das áreas de Marketing, Recursos Humanos, PCP, e seus investimentos, buscando sempre o meio termo para o desenvolvimento organizacional.
Redação Interação.
Leia mais: www.natal.rn.gov.br/sempla/paginas/.../plano_estrategico_sectur.pdf
MATRIZ DE SWOT
O nome da matriz é SWOT, por que o cruzamento é feito em cima das FORÇAS, OPORTUNIDADES, FRAQUEZAS e AMEAÇAS (FOFA), com as quais a instituição terá que lidar definimos também como um cruzamento de cenários pra se saber quais seráo os objetivos estratégicos da instituição, com menor chance de falha. Cenárias são reflexões sistemática, extraídas por métodos cientificos, que definem futuros possíveis.
Como montar uma matriz SWOT
• (S) Strengths (Pontos Fortes, de origem interna)
• (W) Weaknesses (Pontos Fracos, de origem interna)
• (O) Opportunities (Oportunidades externas)
• (T) Threats (Ameaças externas)
Pontos Fortes:
• O que você (empresa/equipe/pessoa) faz bem?
• Que recursos especiais você possui e pode aproveitar?
• O que outros (empresas/equipes/pessoas) acham que você faz bem?
Pontos Fracos:
• No que você pode melhorar?
• Onde você tem menos recursos que os outros?
• O que outros acham que são suas fraquezas?
Ameaças:
• Que ameaças (leis, regulamentos, concorrentes) podem lhe prejudicar?
• O que seu concorrente anda fazendo?
Oportunidades:
• Quais são as oportunidades externas que você pode identificar?
Que tendências e "modas" você pode aproveitar em seu favor?
Modelo Básico em um Mapa Mental (SWOT)
*Avaliação interna
Pontes fortes: padronização, valorização do trabalho, criação de uma base de conhecimento, redução de risco do projeto, ganhos em produtividade.
Pontos fracos: necessidade de treinamento, dificuldade na implantação dos primeiros projetos.
*Avaliação externa
Oportunidades: acesso as melhores práticas de mercado, uso de modelos e ferramentas pré-avaliados.
Ameaças: custos com consultoria externa.
Análise SWOT deve nos auxiliar na tomada de decisões. É claro que quanto mais informação você tiver sobre cada item identificado, maior é minha chance de decisão certa.
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